Osmar Junior

[…]O terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR. — Jeremias 22:29

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Darwin Explica Tudo? Mesmo…?

Assista a primeira palestra de Michael Behe no Mackenzie, “O Argumento em Favor de Design Inteligente na Biologia,” onde ele defende que a complexidade dos organismos moleculares não podem ser obra de processos naturais não-dirigidos, como postula a evolução Darwinista. O tradutor é o Dr. Mauro Meister.

Michael Behe é autor da obra clássica contra a evolução darwinista intitulada “A Caixa Preta de Darwin,” que apresenta sérios desafios ao conceito de que a complexidade dos organismo ocorreu por meio de acidentes genéticos, randômicos e sem direção definida.

Fonte: O Tempora! O Mores!

Vídeo – Existência de Deus: O Argumento Cosmológico – William Craig

Mitos da Evolução: homens-macaco e a licença artística

A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral “humano”, razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de “preencher as lacunas” leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.

Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

Fonte: http://mauevivian.blogspot.com

Genética não é amiga da evolução

Genética e evolução têm sido inimigos desde o início de ambos os conceitos. Gregor Mendel, o pai da genética, e Charles Darwin, o pai da evolução moderna, foram contemporâneos. Ao mesmo tempo que Darwin estava afirmando que as criaturas podem se transformar em outras criaturas, Mendel foi mostrando que as características individuais permanecem constantes. Embora as idéias de Darwin foram baseados em idéias erradas e não testados sobre hereditariedade, as conclusões de Mendel foram baseadas na experimentação cuidadosa. Somente ao ignorar as implicações totais da genética moderna é possível manter a ficção de evolução.

Para nos ajudar a desenvolver uma nova biologia baseada na criação, em vez de evolução, vamos provar alguns dos elementos da genética, organizados sob a quatro fontes de variação: ambiente, recombinação, mutação, e criação.
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Resistência a antibióticos é evidencia da evolução?

Um dos mais comuns argumentos utilizados para apoiar a evolução é a resistência aos antibióticos nas bactérias. No entanto, a maravilhosa capacidade das bactérias de sobreviver aos antibióticos não suporta a idéia de evolução progressiva. Livros escolares afirmam que bactérias tem sofisticada capacidade de mudar – o que parece ser construído em seus sistemas – apóia a alegação de que moléculas podem mudar completamente em diferentes tipos de criaturas, como mosquitos, cogumelos, e os homens, apesar do fato de que essas mudanças requerem a adição de completamente diferentes outros tipos de informação genética.

Autores de livros reconhecem que as resistências já estão presentes na população bacteriana e, em seguida, afirmam que a seleção de bactérias resistentes em uma população é prova direta de evolução. Seleção de algo que já está presente não fornece suporte para a informação, ganhando mudança necessária para a evolução. Os alunos são deixados com uma confusa compreensão de evolução e que são esperados para equacionar mudanças observadas em bactérias com a conversão de uma espécie para outra.

Fonte: www.answersingenesis.org

Quando se acredita na mentira

Hans Meiser, apresentador de televisão alemão, experimentado nos negócios televisivos, concluiu: “Quem leva a televisão a sério está perdido.”

Com esta declaração, Hans Meiser, talvez sem o querer, acertou o cerne da questão. Quem acredita na mentira, de fato já está perdido.

Vemos isso quando os primeiros seres humanos caíram em pecado no Paraíso. Eva deu ouvidos à mentira de Satanás: “É assim que Deus disse…?” (Gn 3.1). “É certo que não morrereis” (v.4). O resultado foi que, tanto ela quanto seu marido se perderam no mesmo instante em que deram ouvidos à mentira de Satanás e transgrediram o mandamento de Deus. Eles, com isso, viraram as costas para a verdade divina, comeram o fruto proibido, saíram da comunhão com Deus, tiveram de deixar o Paraíso e a morte passou a governar a vida.

Desde então nada mudou no nosso mundo. O homem acredita mais na mentira do que na verdade que vem de Deus. Quantas mentiras são espalhadas pelos meios de comunicação e até pelos livros escolares. As teorias mais malucas podem ser propagadas, e encontram adeptos em todos os lugares. E, apesar disso, o homem ainda pensa que é inteligente, moderno, “in”, acha que está acompanhando os acontecimentos de maneira racional.

Tomemos, por exemplo, a teoria da evolução. Na fábula do sapo que vira príncipe, todos estão cônscios de que se trata de um conto de fadas. Ninguém chegaria a pensar em levar a sério essa história. Mas com a teoria da evolução é mais ou menos assim: acredita-se que o ser humano tenha surgido de outros seres inferiores e que o mundo tenha surgido de uma explosão inicial, e assim por diante. Mas ao contrário da história do sapo que vira príncipe, acredita-se piamente na teoria da evolução e ela é defendida com veemência.

A fé em um Senhor vivo, em um Deus criador, é considerada antiquada e atrasada.

Aqui se levanta a questão: o que requer fé maior, crer na teoria da evolução, que diz que tudo surgiu por acaso, ou crer que um Deus criador fez todas as coisas? Na verdade, tudo neste mundo nos leva a concluir que não pode existir um acaso tão grande como quer dizer a teoria da evolução. Por exemplo, sabe-se hoje que os enormes períodos de tempo, necessários à evolução, produzem o contrário de desenvolvimento e evolução. O aumento de entropia (medida da quantidade de desordem de um sistema) produz a destruição da ordem. Quanto mais tempo houver à disposição, mais fortes serão as marcas da desintegração. Cientistas criacionistas também afirmam que, se a vida pudesse surgir por acaso, isso poderia ser demonstrado através de experiências e cálculos. O surgimento de vida deveria ser repetido em laboratório, mas nada disso aconteceu até hoje.

Até do homem de Neandertal, que há alguns anos era considerado intermediário entre homem e macaco, afirma-se agora que se ele tomasse banho, se barbeasse e andasse vestido de maneira moderna, não se diferenciaria muito dos homens de hoje. Em um supermercado não se notaria a diferença entre ele e uma pessoa que vive no tempo de hoje.

Apesar de todas as pesquisas reais e sérias indicarem que houve uma criação, acredita-se mais facilmente no conto do sapo que vira príncipe do que na verdade que vem de Deus, do qual está escrito:

“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis” (Rm 1.20).

Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem” (Hb 11.3).

A seguinte história pode mostrar a diferença entre verdade e mentira:

“Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente. A mentira falou à verdade: ‘Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.’ A verdade respondeu: ‘Sim, vamos nadar.’ Ambas se despiram, e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu. Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira.” (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

Biologia – Criando Vida no Laboratório?

genoma1“Nós estamos a um passo mais próximos da criação da vida em laboratório”, declarou a rede britânica BBC News.1

Uma equipe de 17 cientistas construiram o genoma da bactéria Mycoplasma genitalium sintetizando pequenos blocos de DNA. Eles usaram uma outra bactéria para que fossem feitas as múltiplas cópias dos blocos, para então conectá-los e fazer seções maiores conhecidas como genes “cassettes”. Estes cassettes foram agrupados na forma circular da bactéria Mycoplasma genitalium, formando um genoma “sintético” completo.

O novo organismo – que ainda não está completo – foi denominado Mycoplasma JCV1-1.0 em homenagem ao J. Craig Venter Institute (Craig Venter foi um pesquisador de grande importância no mapeamento do genoma humano).

A equipe de pesquisadores liderada por Hamilton Smith, que compartilhou o prêmio Nobel em Fisiologia e Medicina de 1978, descreveu o sucesso dessa equipe como sendo “a instalação do software – basicamente nós teremos que reinicializar o genoma, tornando-o operacional… Nós estamos simplesmente reescrevendo o software operacional das células – nós não estamos projetando um genoma desde a sua base – não se coloca um genoma num tubo de ensaio esperando que ele se transforme em vida”.

O uso do termo “sintético” em vez de “artificial” é intencional, como o próprio Dr. Smith faz menção: “Nós queremos distinguir vida sintética de vida artificial. Na vida sintética nós redesenhamos os cromossomos das células, nós não estamos criando um novo sistema artificial de vida completo”.

Esta equipe de cientistas espera construir organismos especialmente desenhados que possam realizar tarefas específicas , como a produção de combustíveis limpos, reprocessar gases do efeito estufa e outras funções similares. Mas primeiro, a equipe precisa inserir o genoma sintético criado dentro de uma célula, permitindo assim ao genoma “sequestrar” a célula e começar a reproduzir-se.

Georgia Purdom, criacionista e doutora em genética molecular, havia comentado sobre este assunto, antes mesmo da equipe de pesquisadores ter chegado ao aperfeiçoamento mencionado na publicação da Science: “Isto não é um exemplo de criação de vida. É apenas uma nova forma de engenharia genética. Existe uma excitação muito grande devido a este trabalho e não é por menos, mas nós precisamos ser cuidadosos ao avaliar verdadeiramente o que a equipe do instituo Venter tem produzido. Eles mesmos têm afirmado que não estão criando vida; eles estão modificando a vida tentando produzir novas formas de vida baseadas em componentes pré-fabricados”.2,3,4,5,6

Desde os tempos do famoso modelo pré-biótico de Stanley Miller e Harold Clayton Urey, cientistas têm procurado demonstrar por meio de modelos físico-químicos as possibilidades pelas quais vida teria aparecido espontaneamente numa terra primitiva.

Todos os experimentos, usando o modelo Miller-Urey, não conseguiram provar como vida teria surgido espontaneamente. Dos 20 aminóacidos proteinogênicos, apenas 13 foram sintetizados. Dos sete que nunca foram sintetizados econcontram-se a arginina, a histidina e a lisina, fundamentais para a formação tanto do DNA quanto do RNA.

Ao juntarmos toda a vasta gama de experimentos, desde Miller até as pesquisas do J. Craig Venter Institute, podemos concluir que a origem da vida, do ponto de vista materialista evolucionista, continua ainda sendo um mistério.

Mistério este que com o conhecimento ganho através dos vários genomas, tem saido do campo da matéria (hardware) e entrado no campo da informação (software).

O mistério da origem da vida somente poderá ser claramente entendido quando a Ciência descobrir a origem do código contido no DNA e não a origem do DNA propriamente dito.

“Tentar fazer a vida misturando substâncias químicas em tubos de ensaio é como soldar interruptores e fios no esforço de produzir o sistema operacional Windows. Não dará certo! Porque trata o problema no nível conceitual errado”.7

Referências

1. http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7203186.stm

2. http://www.guardian.co.uk/science/2007/oct/06/
genetics.climatechange

3. http://www.foxnews.com/story/0,2933,299857,00.html

4. Carole Lartigue, John I. Glass,* Nina Alperovich, Rembert Pieper, Prashanth P. Parmar, Clyde A. Hutchison, III, Hamilton O. Smith, J. Craig Venter, “Genome Transplantation in Bacteria: Changing One Species to Another”, Science 3 August 2007: Vol. 317. no. 5838, pp. 632 – 638

5. Robert F. Service, “DNA Assembles Materials From the Ground Up”, Science 1 February 2008: 558-559.

6. http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7041353.stm

7. Paul Davies, How We Could Create Life: “The Key Existence Will Be Found Not in Primordial Sludge, but in Nanotechnology of the Living Cell”, The Guardian, Dezember 11, 2002.

Para maiores informações ver o artigo de Peter Galling
http://www.answersingenesis.org/articles/2008/02/05/creating-life

Fonte – Universo Criacionista

Admissão de desconhecimento sobre a formação do Universo

formacao_universoQuando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres. E o filho do homem, que o visites? (Sl 8.3-4).

Uma nova teoria sugere que após “apenas” meio bilhão de anos de completa escuridão que seguiu o Big Bang (Grande Explosão), o princípio teórico do Universo, ocorreu uma multiplicação acelerada de estrelas, semelhante a uma queima de fogos de artifício através dos céus.

Essa opinião se baseia na análise de galáxias muito tênues nas profundezas mais distantes do Universo que já foram capturadas por um telescópio. Ela sugere que houve uma erupção de estrelas rompendo a escuridão nessa fase relativamente precoce dos 15 bilhões de anos de história do Universo.

Esse estudo de Kenneth M. Lanzetta, da Universidade Estadual de Nova Iorque, contradiz a crença usual de que a formação das estrelas começou lentamente após o Big Bang e alcançou seu clímax somente 5 bilhões de anos mais tarde. (The State)

Contrariamente à maioria dos relatos sobre a evolução, que empregam termos como “ciência”, “constatação científica”, etc., dando a impressão de certezas sobre a formação do Universo, este artigo revela a completa perplexidade dos que fizeram o estudo. Expressões como “princípio teórico”, “uma nova teoria sugere”, “crença usual”, refletem a admissão do desconhecimento a respeito de como ela aconteceu.

Na verdade, as primeiras nove palavras da Bíblia contêm a explicação: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Sobre os homens que, apesar das evidências, rejeitam o Criador, Paulo diz em Romanos 1.18-22:“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”. (Arno Froese – http://www.chamada.com.br)

Qual é a idade da Terra e Universo?

A teoria da evolução é uma “religião” que exclui o Criador. Para manter essa teoria, seus defensores usam métodos considerados ultrapassados pela ciência moderna. Mesmo assim, os livros escolares não levam isso em conta, de forma que os jovens, desde o início, são ensinados a se posicionarem contra Deus.

Sobre esse assunto, leia atentamente o seguinte artigo:

Nas escolas continua se ensinando que a Terra tem 4,6 bilhões de anos.

Nas escolas continua se ensinando que a Terra tem 4,6 bilhões de anos.

 

Os milhões que faltam

Os dados sobre a idade da Terra e do Universo nos atuais livros escolares contradizem radicalmente os valores encontrados por métodos não-radiométricos. Somente os dados resultantes de medições radiométricas atingem valores que chegam a milhões ou bilhões de anos. Quando se procura pela idade da Terra nos livros-textos [de ciências e biologia], geralmente se encontra uma datação de 4,6 bilhões de anos. Essa idade foi apurada através da medição radiométrica de diversos minerais. Mas existe a possibilidade de verificar e confirmar esses resultados usando métodos não-radiométricos. Quando os dados resultantes da aplicação de métodos diferentes coincidem, pode-se aceitar que eles são válidos e correspondem à realidade. Quando não coincidem, existe margem para dúvidas.

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A evolução espera que você não saiba química: o problema da quiralidade!

Quando a manchete de jornal, “Life in a Test-tube”**, foi publicada em 1953, a comunidade evolucionista ficou muito excitada porque viram o trabalho de Stanley Miller e Harold Urey como prova científica de que a vida poderia ter sido formada de produtos químicos por processos naturais ao acaso. Naquele experimento clássico, Miller e Urey combinaram uma mistura de metano, amônia, hidrogênio e vapor de água, e fizeram passar essa mistura através de uma descarga elétrica simulando relâmpagos. Ao fim do experimento, encontraram produtos que continham uns poucos aminoácidos. Partindo de que os aminoácidos são os elos individuais de longas cadeias poliméricas denominadas proteínas, e proteínas são importantes em nossos corpos, os jornais rapidamente noticiaram haver evidências de laboratório que agora provavam que a vida surgira de produtos químicos.

Como um Ph.D em Química Orgânica, eu tenho que admitir que a formação de aminoácidos sob essas condições é fascinante, mas há um problema maior. Nunca se formou vida naquele experimento. Os produtos foram aminoácidos, os quais são produtos químicos cotidianos que não constituem “vida”. Até mesmo hoje, não há processo conhecido que tenha convertido aminoácidos em uma forma de vida, mas este fato não impede os evolucionistas de reivindicar que este experimento é prova de que a vida se originou de produtos químicos. Os evolucionistas sabem que aminoácidos não constituem vida, mas invocam esta prova em qualquer caso porque dizem que os aminoácidos são os tijolos da vida. Essa reivindicação propõe que se tijolos suficientes estivessem presentes, isso resultaria em vida, mas essa conclusão é somente uma conjectura e nunca foi demonstrada. Aminoácidos podem ser os tijolos das proteínas, e proteínas são necessárias para a vida, mas isso não significa que aminoácidos são os tijolos da vida. Eu poderia ir a uma loja de autopeças e comprar todas as peças para construir um carro, mas isso não iria me fornecer um veículo motorizado em funcionamento. Assim como deve haver um mecânico para fazer um veículo motorizado a partir daquelas autopeças, deve haver um montador para fazer aqueles aminoácidos tornarem-se proteínas e assim a vida poderia existir em nossos organismos.

Desde 1953, os cientistas têm questionado se a formação dos aminoácidos naqueles experimentos prova a reivindicação de que vida provém de produtos químicos. Muitos têm debatido se este experimento valida a evolução ou se a evidência aponta para um Criador Onipotente. Por 50 anos, cientistas têm investigado; por 50 anos, a investigação acaba em debate. Chame isso de curiosidade profissional, mas como um cientista, sempre tive a curiosidade de saber porque há mais debates sobre este problema que discussão sobre os fatos. Então eu percebi que a discussão dos fatos levaria inevitavelmente à discussão do tema da quiralidade. A quiralidade é provavelmente uma das melhores evidências que nós temos contra a evolução casual e ela destrói totalmente a reivindicação de que a vida provém de produtos químicos. Obviamente, este é um fato que eles nunca querem discutir.

Quiralidade

Quiralidade

Quiralidade é um termo químico que significa semelhança. Conquanto duas moléculas químicas possam apresentar-se tendo os mesmos elementos e propriedades similares, eles ainda podem ter estruturas diferentes. Quando duas moléculas mostram-se idênticas e suas estruturas diferem apenas por serem imagens especulares de cada qual, diz-se que essas moléculas têm quiralidade. Suas mãos direita e esquerda são ilustrações de quiralidade. Elas podem parecer idênticas, mas na realidade, são apenas imagens especulares uma da outra. Por isso o termo “semelhança”. Por essa razão, isômeros podem existir como uma molécula destra (destrógira) ou canhota (levógira), e cada molécula individual é chamada de isômero óptico.

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