Osmar Junior

[…]O terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR. — Jeremias 22:29

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[O discípulo radical] – Cuidado com a Criação

Na criação Deus estabeleceu três tipos de relacionamento para o homem:

  • Com Deus;

  • Entrei si;

  • Com a criação;

Todos esses relacionamentos foram deturpados na queda. Perdemos a comunhão com Deus, Adão e Eva culpou um ao outro pelo que aconteceu e toda terra foi amaldiçoada.

Então, o plano de restauração de Deus inclui a restauração desses três tipos de relacionamento, do homem com Deus, do homem e seu próximo e do homem com a terra e demais criaturas.

A Bíblia nos diz em romanos 8:18-23 “que toda a criação geme”, “com dores de parto” esperando a restauração da criação, “novos céus e nova terra, em que habita a justiça” (2 Pedro 3:13).

Paulo diz que a criação geme pela libertação de seu estado atual, assim como nós “também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Romanos 8:23).

Assim como nos preocupamos em cuidar de nosso corpo influenciados por essa esperança, devemos também cuidar e aumentar a consideração que temos pela terra e toda criação agora.

Qual, então, deveria ser nossa atitude para com a terra?

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Evidências para uma Terra Jovem – Geologia: radiocarbono em Diamantes

Longe de provar a evolução, datação por carbono 14, na verdade oferece algumas das evidências mais fortes para a Criação e uma Terra Jovem. Radiocarbono (carbono 14) não pode ficar naturalmente em substâncias de milhões de anos, porque se deteriora de forma relativamente rápida. Por esta razão, ela só pode ser utilizada para obter “idades” na escala de dezenas de milhares de anos.

Cientistas do projeto RATE (Radioisotopes and the Age of the Earth) analisaram os diamantes que os evolucionistas consideram ter 1-2 bilhões de anos e relacionados com a história inicial da terra.Os diamantes são a substância mais dura conhecida e extremamente resistente à contaminação por meio de permuta química.

No entanto, os cientistas do RATE descobriram significativo os níveis detectáveis de radiocarbono nestes diamantes, datando-os em torno de 55 mil anos — muito longe dos bilhões evolucionários!

Fonte: http://www.answersingenesis.org/

Mitos da Evolução: homens-macaco e a licença artística

A sutil montagem macaco-para-humano que mostra um ser como macaco na esquerda lentamente se tornando um ser humano no lado direito faz tanto parte da nossa cultura que qualquer um pode reconhecê-la. Museus de história natural e programas de TV nos dão um suposto vislumbre do passado e como os ancestrais do humanos poderiam ter parecido. Pena que é tudo uma farsa.

Fósseis de macacos são difíceis de encontrar, mas várias espécies foram encontradas. No entanto, um fóssil de macaco novo não gera tanto interesse ou prestígio como se for chamado de ancestral “humano”, razão pela qual há tanta atenção em como fósseis de macacos estão ligados com a história da evolução. O desejo de “preencher as lacunas” leva a muitas conclusões falsas. Por exemplo, algumas das supostas características “bípedes” encontradas em fósseis também são encontrados em macacos vivos que não são bípedes.

Na verdade, imaginação, ânsia e pressupostos influenciam em grande medida as “reconstruções” que encontramos em revistas, livros e na TV. Desfrute da ciência, mas não seja enganado pela ficção.

Fonte: http://mauevivian.blogspot.com

Conflito entre ciência e fé?

O que é científico e o que não é científico? Os parâmetros para decidir essa questão não são estabelecidos pelo próprio homem? Quem não quer saber nada de Deus tentará negar Sua existência usando a ciência. Mas é justamente a ciência que chega aos seus limites diante da grandeza de Deus.
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Genética não é amiga da evolução

Genética e evolução têm sido inimigos desde o início de ambos os conceitos. Gregor Mendel, o pai da genética, e Charles Darwin, o pai da evolução moderna, foram contemporâneos. Ao mesmo tempo que Darwin estava afirmando que as criaturas podem se transformar em outras criaturas, Mendel foi mostrando que as características individuais permanecem constantes. Embora as idéias de Darwin foram baseados em idéias erradas e não testados sobre hereditariedade, as conclusões de Mendel foram baseadas na experimentação cuidadosa. Somente ao ignorar as implicações totais da genética moderna é possível manter a ficção de evolução.

Para nos ajudar a desenvolver uma nova biologia baseada na criação, em vez de evolução, vamos provar alguns dos elementos da genética, organizados sob a quatro fontes de variação: ambiente, recombinação, mutação, e criação.
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Resistência a antibióticos é evidencia da evolução?

Um dos mais comuns argumentos utilizados para apoiar a evolução é a resistência aos antibióticos nas bactérias. No entanto, a maravilhosa capacidade das bactérias de sobreviver aos antibióticos não suporta a idéia de evolução progressiva. Livros escolares afirmam que bactérias tem sofisticada capacidade de mudar – o que parece ser construído em seus sistemas – apóia a alegação de que moléculas podem mudar completamente em diferentes tipos de criaturas, como mosquitos, cogumelos, e os homens, apesar do fato de que essas mudanças requerem a adição de completamente diferentes outros tipos de informação genética.

Autores de livros reconhecem que as resistências já estão presentes na população bacteriana e, em seguida, afirmam que a seleção de bactérias resistentes em uma população é prova direta de evolução. Seleção de algo que já está presente não fornece suporte para a informação, ganhando mudança necessária para a evolução. Os alunos são deixados com uma confusa compreensão de evolução e que são esperados para equacionar mudanças observadas em bactérias com a conversão de uma espécie para outra.

Fonte: www.answersingenesis.org

Ateísmo – Uma ótima definição

A crença que no início não havia nada e nada aconteceu a esse nada e o nada de uma forma mágica explodiu por nenhuma razão, criando tudo e então um bando de tudo de uma forma mágica se rearranjou por nenhuma razão em seres que se reproduzem e daí se tornaram dinossauros.

Faz todo sentido…
Encontrei esse texto no blog http://mauevivian.blogspot.com/ e com certeza precisa ter muita fé para acreditar que o universo foi criado do nada por mero acaso e que somos produtos de evolução do que acreditar que tudo foi criado e projetado por Deus.

Quando se acredita na mentira

Hans Meiser, apresentador de televisão alemão, experimentado nos negócios televisivos, concluiu: “Quem leva a televisão a sério está perdido.”

Com esta declaração, Hans Meiser, talvez sem o querer, acertou o cerne da questão. Quem acredita na mentira, de fato já está perdido.

Vemos isso quando os primeiros seres humanos caíram em pecado no Paraíso. Eva deu ouvidos à mentira de Satanás: “É assim que Deus disse…?” (Gn 3.1). “É certo que não morrereis” (v.4). O resultado foi que, tanto ela quanto seu marido se perderam no mesmo instante em que deram ouvidos à mentira de Satanás e transgrediram o mandamento de Deus. Eles, com isso, viraram as costas para a verdade divina, comeram o fruto proibido, saíram da comunhão com Deus, tiveram de deixar o Paraíso e a morte passou a governar a vida.

Desde então nada mudou no nosso mundo. O homem acredita mais na mentira do que na verdade que vem de Deus. Quantas mentiras são espalhadas pelos meios de comunicação e até pelos livros escolares. As teorias mais malucas podem ser propagadas, e encontram adeptos em todos os lugares. E, apesar disso, o homem ainda pensa que é inteligente, moderno, “in”, acha que está acompanhando os acontecimentos de maneira racional.

Tomemos, por exemplo, a teoria da evolução. Na fábula do sapo que vira príncipe, todos estão cônscios de que se trata de um conto de fadas. Ninguém chegaria a pensar em levar a sério essa história. Mas com a teoria da evolução é mais ou menos assim: acredita-se que o ser humano tenha surgido de outros seres inferiores e que o mundo tenha surgido de uma explosão inicial, e assim por diante. Mas ao contrário da história do sapo que vira príncipe, acredita-se piamente na teoria da evolução e ela é defendida com veemência.

A fé em um Senhor vivo, em um Deus criador, é considerada antiquada e atrasada.

Aqui se levanta a questão: o que requer fé maior, crer na teoria da evolução, que diz que tudo surgiu por acaso, ou crer que um Deus criador fez todas as coisas? Na verdade, tudo neste mundo nos leva a concluir que não pode existir um acaso tão grande como quer dizer a teoria da evolução. Por exemplo, sabe-se hoje que os enormes períodos de tempo, necessários à evolução, produzem o contrário de desenvolvimento e evolução. O aumento de entropia (medida da quantidade de desordem de um sistema) produz a destruição da ordem. Quanto mais tempo houver à disposição, mais fortes serão as marcas da desintegração. Cientistas criacionistas também afirmam que, se a vida pudesse surgir por acaso, isso poderia ser demonstrado através de experiências e cálculos. O surgimento de vida deveria ser repetido em laboratório, mas nada disso aconteceu até hoje.

Até do homem de Neandertal, que há alguns anos era considerado intermediário entre homem e macaco, afirma-se agora que se ele tomasse banho, se barbeasse e andasse vestido de maneira moderna, não se diferenciaria muito dos homens de hoje. Em um supermercado não se notaria a diferença entre ele e uma pessoa que vive no tempo de hoje.

Apesar de todas as pesquisas reais e sérias indicarem que houve uma criação, acredita-se mais facilmente no conto do sapo que vira príncipe do que na verdade que vem de Deus, do qual está escrito:

“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis” (Rm 1.20).

Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem” (Hb 11.3).

A seguinte história pode mostrar a diferença entre verdade e mentira:

“Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente. A mentira falou à verdade: ‘Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.’ A verdade respondeu: ‘Sim, vamos nadar.’ Ambas se despiram, e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu. Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira.” (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

Biologia – Criando Vida no Laboratório?

genoma1“Nós estamos a um passo mais próximos da criação da vida em laboratório”, declarou a rede britânica BBC News.1

Uma equipe de 17 cientistas construiram o genoma da bactéria Mycoplasma genitalium sintetizando pequenos blocos de DNA. Eles usaram uma outra bactéria para que fossem feitas as múltiplas cópias dos blocos, para então conectá-los e fazer seções maiores conhecidas como genes “cassettes”. Estes cassettes foram agrupados na forma circular da bactéria Mycoplasma genitalium, formando um genoma “sintético” completo.

O novo organismo – que ainda não está completo – foi denominado Mycoplasma JCV1-1.0 em homenagem ao J. Craig Venter Institute (Craig Venter foi um pesquisador de grande importância no mapeamento do genoma humano).

A equipe de pesquisadores liderada por Hamilton Smith, que compartilhou o prêmio Nobel em Fisiologia e Medicina de 1978, descreveu o sucesso dessa equipe como sendo “a instalação do software – basicamente nós teremos que reinicializar o genoma, tornando-o operacional… Nós estamos simplesmente reescrevendo o software operacional das células – nós não estamos projetando um genoma desde a sua base – não se coloca um genoma num tubo de ensaio esperando que ele se transforme em vida”.

O uso do termo “sintético” em vez de “artificial” é intencional, como o próprio Dr. Smith faz menção: “Nós queremos distinguir vida sintética de vida artificial. Na vida sintética nós redesenhamos os cromossomos das células, nós não estamos criando um novo sistema artificial de vida completo”.

Esta equipe de cientistas espera construir organismos especialmente desenhados que possam realizar tarefas específicas , como a produção de combustíveis limpos, reprocessar gases do efeito estufa e outras funções similares. Mas primeiro, a equipe precisa inserir o genoma sintético criado dentro de uma célula, permitindo assim ao genoma “sequestrar” a célula e começar a reproduzir-se.

Georgia Purdom, criacionista e doutora em genética molecular, havia comentado sobre este assunto, antes mesmo da equipe de pesquisadores ter chegado ao aperfeiçoamento mencionado na publicação da Science: “Isto não é um exemplo de criação de vida. É apenas uma nova forma de engenharia genética. Existe uma excitação muito grande devido a este trabalho e não é por menos, mas nós precisamos ser cuidadosos ao avaliar verdadeiramente o que a equipe do instituo Venter tem produzido. Eles mesmos têm afirmado que não estão criando vida; eles estão modificando a vida tentando produzir novas formas de vida baseadas em componentes pré-fabricados”.2,3,4,5,6

Desde os tempos do famoso modelo pré-biótico de Stanley Miller e Harold Clayton Urey, cientistas têm procurado demonstrar por meio de modelos físico-químicos as possibilidades pelas quais vida teria aparecido espontaneamente numa terra primitiva.

Todos os experimentos, usando o modelo Miller-Urey, não conseguiram provar como vida teria surgido espontaneamente. Dos 20 aminóacidos proteinogênicos, apenas 13 foram sintetizados. Dos sete que nunca foram sintetizados econcontram-se a arginina, a histidina e a lisina, fundamentais para a formação tanto do DNA quanto do RNA.

Ao juntarmos toda a vasta gama de experimentos, desde Miller até as pesquisas do J. Craig Venter Institute, podemos concluir que a origem da vida, do ponto de vista materialista evolucionista, continua ainda sendo um mistério.

Mistério este que com o conhecimento ganho através dos vários genomas, tem saido do campo da matéria (hardware) e entrado no campo da informação (software).

O mistério da origem da vida somente poderá ser claramente entendido quando a Ciência descobrir a origem do código contido no DNA e não a origem do DNA propriamente dito.

“Tentar fazer a vida misturando substâncias químicas em tubos de ensaio é como soldar interruptores e fios no esforço de produzir o sistema operacional Windows. Não dará certo! Porque trata o problema no nível conceitual errado”.7

Referências

1. http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7203186.stm

2. http://www.guardian.co.uk/science/2007/oct/06/
genetics.climatechange

3. http://www.foxnews.com/story/0,2933,299857,00.html

4. Carole Lartigue, John I. Glass,* Nina Alperovich, Rembert Pieper, Prashanth P. Parmar, Clyde A. Hutchison, III, Hamilton O. Smith, J. Craig Venter, “Genome Transplantation in Bacteria: Changing One Species to Another”, Science 3 August 2007: Vol. 317. no. 5838, pp. 632 – 638

5. Robert F. Service, “DNA Assembles Materials From the Ground Up”, Science 1 February 2008: 558-559.

6. http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7041353.stm

7. Paul Davies, How We Could Create Life: “The Key Existence Will Be Found Not in Primordial Sludge, but in Nanotechnology of the Living Cell”, The Guardian, Dezember 11, 2002.

Para maiores informações ver o artigo de Peter Galling
http://www.answersingenesis.org/articles/2008/02/05/creating-life

Fonte – Universo Criacionista

Admissão de desconhecimento sobre a formação do Universo

formacao_universoQuando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres. E o filho do homem, que o visites? (Sl 8.3-4).

Uma nova teoria sugere que após “apenas” meio bilhão de anos de completa escuridão que seguiu o Big Bang (Grande Explosão), o princípio teórico do Universo, ocorreu uma multiplicação acelerada de estrelas, semelhante a uma queima de fogos de artifício através dos céus.

Essa opinião se baseia na análise de galáxias muito tênues nas profundezas mais distantes do Universo que já foram capturadas por um telescópio. Ela sugere que houve uma erupção de estrelas rompendo a escuridão nessa fase relativamente precoce dos 15 bilhões de anos de história do Universo.

Esse estudo de Kenneth M. Lanzetta, da Universidade Estadual de Nova Iorque, contradiz a crença usual de que a formação das estrelas começou lentamente após o Big Bang e alcançou seu clímax somente 5 bilhões de anos mais tarde. (The State)

Contrariamente à maioria dos relatos sobre a evolução, que empregam termos como “ciência”, “constatação científica”, etc., dando a impressão de certezas sobre a formação do Universo, este artigo revela a completa perplexidade dos que fizeram o estudo. Expressões como “princípio teórico”, “uma nova teoria sugere”, “crença usual”, refletem a admissão do desconhecimento a respeito de como ela aconteceu.

Na verdade, as primeiras nove palavras da Bíblia contêm a explicação: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Sobre os homens que, apesar das evidências, rejeitam o Criador, Paulo diz em Romanos 1.18-22:“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”. (Arno Froese – http://www.chamada.com.br)

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