Osmar Junior

[…]O terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR. — Jeremias 22:29

Qual é a idade da Terra e Universo?

A teoria da evolução é uma “religião” que exclui o Criador. Para manter essa teoria, seus defensores usam métodos considerados ultrapassados pela ciência moderna. Mesmo assim, os livros escolares não levam isso em conta, de forma que os jovens, desde o início, são ensinados a se posicionarem contra Deus.

Sobre esse assunto, leia atentamente o seguinte artigo:

Nas escolas continua se ensinando que a Terra tem 4,6 bilhões de anos.

Nas escolas continua se ensinando que a Terra tem 4,6 bilhões de anos.

 

Os milhões que faltam

Os dados sobre a idade da Terra e do Universo nos atuais livros escolares contradizem radicalmente os valores encontrados por métodos não-radiométricos. Somente os dados resultantes de medições radiométricas atingem valores que chegam a milhões ou bilhões de anos. Quando se procura pela idade da Terra nos livros-textos [de ciências e biologia], geralmente se encontra uma datação de 4,6 bilhões de anos. Essa idade foi apurada através da medição radiométrica de diversos minerais. Mas existe a possibilidade de verificar e confirmar esses resultados usando métodos não-radiométricos. Quando os dados resultantes da aplicação de métodos diferentes coincidem, pode-se aceitar que eles são válidos e correspondem à realidade. Quando não coincidem, existe margem para dúvidas.

Como exemplo da disparidade entre resultados obtidos por diferentes métodos, podemos citar a medição do fluxo térmico do centro da Terra até sua superfície. Os cálculos resultam numa idade máxima de 10.000 anos para a Terra, o que seria 460.000 vezes menos que a indicada pela medição radiométrica. Cristais de zircônio contêm urânio, que ao decair produz hélio. Quando se mede o hélio liberado pelos cristais de zircônio chega-se a apenas 6.000 anos, pois se fossem mais antigos, conteriam menos hélio. Os mares devem ter a mesma idade. Ela pode ser avaliada pela sua salinidade e pela quantidade de sal levada a eles pelos rios no decorrer do tempo. A percentagem de níquel nas águas do mar e o níquel trazido pelos rios também servem para se estabelecer a idade da Terra. Chega-se a apenas 6.130 anos, ou seja, 163.000 vezes menos do que se ensina nas escolas. A idade dos continentes costuma ser estipulada em 60 milhões de anos. A medição da erosão, porém, leva à conclusão de que eles poderiam ter no máximo 10,2 milhões de anos, pois após esse tempo teriam se erodido até o nível do mar. Se os continentes se erodem tão rapidamente, as camadas fossilíferas já deveriam ter sido destruídas há muito tempo. Mas como essas camadas ainda existem, os continentes necessariamente têm menos de 10,2 milhões de anos. A foz do rio Mississipi forma um delta no golfo do México, cujo tamanho e crescimento anual permite determinar sua idade. Chega-se a apenas 10.000 anos, portanto, 6.000 vezes menos do que a idade presumida dos continentes. Os lagos alpinos também nos fornecem indicações da idade da Terra. Na Suíça central existe a bacia do lago Vierwaldstätter, cuja idade presumida é de 120.000 anos. Calculando-se o tempo necessário para que o lago ficasse soterrado com areia e pedregulhos, que o rio Reuss e os diversos córregos afluentes trazem junto com suas águas, chega-se a apenas 10.000 anos, portanto, 12 vezes menos que a idade convencionada de 120.000 anos.

A população da terra fornece uma indicação da possível idade da humanidade, supostamente de 40.000 anos. Quando se calcula a idade com base no crescimento populacional, chega-se a 5.200 anos, ou seja, 7,7 vezes menos que o número propagado.

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Sistema Solar: 10 bilhões de anos?

As diferenças tornam-se ainda mais extremas quando se analisa o sistema solar, que teria 10 bilhões de anos. Os anéis de Saturno perdem cada vez mais material. Calcula-se que em 18.000 anos eles terão desaparecido. Então, por que eles ainda existem apesar do sistema solar ser supostamente 550.000 vezes mais velho que o tempo de vida dos anéis de Saturno? Os cometas igualmente têm vida muito breve, ou seja, aproximadamente 9.000 anos. Isso é 1.111.000 vezes menos que a idade estabelecida para o sistema solar. Os planetas, depois de um certo tempo, seguirão órbitas caóticas. Calcula-se que esse tempo seria de 10 milhões de anos. Isso representa 1.000 vezes menos do que a idade do sistema solar. Por isso, devemos nos perguntar por que o sistema solar ainda não naufragou no caos.

Todas as idades que acabamos de apresentar representam os maiores valores possíveis, calculados com base nos conhecimentos científicos atualmente disponíveis. As idades reais geralmente são bem menores. Não é possível calculá-las com exatidão, uma vez que faltam dados básicos (por exemplo, as condições iniciais, que não são conhecidas). Como demonstram os exemplos citados, existem diferenças evidentes entre os dados resultantes de medições radiométricas e os obtidos por meios não-radiométricos. Por que a datação radiométrica fornece valores tão altos e idades tão antigas? Existe uma explicação muito simples: apenas uma pequena parcela dos isótopos-filhos, que são formados pelo decaimento radioativo, tem origem nos isótopos-pais de longa duração. A maior parte se origina dos isótopos de curta duração, que ainda existiam no princípio, mas decaíram no decorrer do tempo. Por não se levar em conta a participação desses isótopos de curta duração, o cálculo indica uma idade radiométrica excessivamente alta.

Por existirem tantas indicações de uma criação jovem, temos bons motivos para considerar que as idades menores são as que mais correspondem à realidade. Portanto, impõe-se a pergunta por que os resultados de métodos não-radiométricos raramente são publicados na mídia, enquanto se divulga quase exclusivamente as medições radiométricas. Será que [isso ocorre porque] os métodos de medição radiométricos são os únicos argumentos que justificam os longos períodos? Sem dúvida: como a teoria da evolução exige a existência de períodos extremamente longos, ela é sustentada apenas pelos resultados dos métodos radiométricos. E o que acontecerá se estes, como expusemos, se mostrarem falsos? (Hansruedi Stutz, ProGenesis)

No caso, certamente aplicam-se as palavras de Romanos 1.18-22: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”. (Norbert Lieth)

Fonte – www.chamada.com.br

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7 Respostas para “Qual é a idade da Terra e Universo?

  1. felipe 20 de março de 2010 às 12:50

    quanta [revise seu vocabulário] em um só post, ahuahuahuahuahua

  2. Osmar Junior 21 de março de 2010 às 22:19

    Olá felipe,
    Mostre onde esta o erro no post, já que você considera que o post é isso.
    Acho que é mais fácil xingar do que tentar argumentar.

  3. Juliano 20 de maio de 2010 às 18:20

    Resumindo: devemos jogar fora todos as tradados cientificos e resultados de pesquisas efetuadas nos ultimos 500 anos, incluindo pesquisas recentissimas de cientistas premiados com Nobel, observacoes feitas por astronomos do mundo inteiro, estudos fisicos, biologicos, paleontologicos, antropologicos e quimicos e dar credito a um livro escrito por beduinos, pastores e pescadores a cerca de 5000 mil anos atras?
    Acredita sinceramente que teorias cientificas excluam um criador? Ou simplesmente desmentem relatos de um livro em particular? Certamente tambem poderia explicar, usando a mesma linha de raciocinio, outras passagens mitologicas com o diluvio, se é que ja nao o fez.

  4. Osmar Junior 21 de maio de 2010 às 21:56

    Olá Juliano,
    É claro que não devemos jogar fora todos as tradados cientificos e resultados de pesquisas efetuadas nos ultimos 500 anos, o artigo não fala isso, e você não vai encontrar um criacionista serio dizendo isso. Mas uma coisa é certa a teoria da evolução nunca foi provada, como tudo passou a existir também não, mas mesmo assim muitos cientistas partem do principio que essas teorias são verdadeiras.

    Pense, como NADA passou a ser TUDO??
    Acho que é mais ou menos nisso que você acredita:

    A crença que no início não havia nada e nada aconteceu a esse nada e o nada de uma forma mágica explodiu por nenhuma razão, criando tudo e então um bando de tudo de uma forma mágica se rearranjou por nenhuma razão em seres que se reproduzem e daí se tornaram dinossauros.

    Acho que precisa ter muita fé para acreditar nisso.
    De uma olhada nos outros Posts, você vai ver que a ciência não é ignorada.

    Fique com Deus.

  5. rembrandt donizette castro 3 de maio de 2011 às 16:37

    Esta última frase, que o nada evoluiu para tudo, mostra como a teoria ateísta já começa de forma incompreensível. Se nós pensarmos no que existia antes do Big Ben, existia uma massa compacta, mas de onde veio tal massa? Existia energia, que deu origem à grande explosão, mas como surgiu tal energia? Do nada? A massa surgiu do nada? A partir daí, já podemos considerar que a existência de um Criador é algo mais provável, embora não se possa provar irrefutavelmente.

  6. alexandre 25 de fevereiro de 2013 às 1:45

    O que significa realmente o big bang?
    visão errada é achar que foi uma grande explosao
    há aproximadamente 14 bilhões de anos atras “tudo no universo estava reunido num dado ponto ,num dado instante
    este ponto (singularidade),expandiu-se num dado tempo”,
    e este raciocinio implica que haveria necessariamente um centro e uma borda no universo
    portanto o big bang é uma expansão e nao uma explosão
    Hoje a diversas teorias que estao sendo estudadas a respeito do inicio e o fim do universo
    direi duas ,o universo ciclico e multiverso
    “a ciencia é o esforço humano pra descobrir e aumentar o conhecimento humano e dar ao ser humano a noçao do extigante mundo que nos cerca,
    e nao pra acalentar angustias humanas
    por isso existe religões…

  7. Osmar Junior 25 de fevereiro de 2013 às 17:36

    Alexandre,

    O que precisa ter mais fé para acreditar: que o NADA se tornou perfeitamente em TUDO, ou que Deus criou tudo que existe? Eu não tenho fé suficiente para ser ateu. rsrs

    Segue o argumento de Leibniz:

    1. Tudo que existe tem uma explicação para existir.
    2. Se o universo tem uma explicação para existir essa explicação é Deus.
    3. O universo existe.
    4. Logo, o universo tem uma explicação para existir.
    5. Portanto, a explicação da existencia do universo é Deus.

    Deus te abençoe.

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